Declarado Filho de Deus - Calvino
“Declarado Filho de Deus com poder, segundo o espírito de santidade, pela ressurreição dos mortos; sim, Jesus Cristo, nosso Senhor, por meio de quem recebemos graça e apostolado, para a obediência da fé entre todas as nações, por amor do seu nome...” Rm 1.4-6)
DECLARADO FILHO DE DEUS. Ou determinado ( definitus). Paulo está dizendo que o pode da ressurreição representava o decreto pelo qual, como se acha no Salmo 2.7, Cristo foi DECLARADO Filho de Deus: “Neste dia eu te gerei” – GERAR, aqui, tem referência àquilo que foi feito conhecido. Certos intérpretes encontram nesta passagem três provas distintas da divindade de Cristo.
A PRIMEIRA é o PODER (pelo qual compreendem os milagres).
A SEGUNDA é o TESTEMUNHO do Espírito; e aTERCEIRA é a RESSURREIÇÃO dentre os mortos.
Prefiro, contudo, juntar estas três provas e sumariá-las assim: Cristo foi declarado Filho de Deus pelo exercício público de um verdadeiramente celestial, ou seja, o poder do Espírito Santo, quando ele ressuscitou dos mortos. Este poder é possuído quando é selado pelo mesmo Espírito em nossos corações.
A linguagem do apóstolo apóia esta interpretação. Ele afirma que Cristo foi declarado com poder, porque foi visto nele o poder que com propriedade pertence a Deus, e o qual comprovava além de qualquer dúvida que Cristo era Deus. Isto na verdade se fez ainda mais evidente em sua ressurreição, assim como Paulo alhures, após declarar que a fraqueza da carne se fez manifesta na morte de Cristo, exalta o pode do Espírito em sua ressurreição (2Co 13.4).
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DECLARADO FILHO DE DEUS. Ou determinado ( definitus). Paulo está dizendo que o pode da ressurreição representava o decreto pelo qual, como se acha no Salmo 2.7, Cristo foi DECLARADO Filho de Deus: “Neste dia eu te gerei” – GERAR, aqui, tem referência àquilo que foi feito conhecido. Certos intérpretes encontram nesta passagem três provas distintas da divindade de Cristo.
A PRIMEIRA é o PODER (pelo qual compreendem os milagres).
A SEGUNDA é o TESTEMUNHO do Espírito; e aTERCEIRA é a RESSURREIÇÃO dentre os mortos.
Prefiro, contudo, juntar estas três provas e sumariá-las assim: Cristo foi declarado Filho de Deus pelo exercício público de um verdadeiramente celestial, ou seja, o poder do Espírito Santo, quando ele ressuscitou dos mortos. Este poder é possuído quando é selado pelo mesmo Espírito em nossos corações.
A linguagem do apóstolo apóia esta interpretação. Ele afirma que Cristo foi declarado com poder, porque foi visto nele o poder que com propriedade pertence a Deus, e o qual comprovava além de qualquer dúvida que Cristo era Deus. Isto na verdade se fez ainda mais evidente em sua ressurreição, assim como Paulo alhures, após declarar que a fraqueza da carne se fez manifesta na morte de Cristo, exalta o pode do Espírito em sua ressurreição (2Co 13.4).
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