« Home | A humanidade da morte * »

Para Pensar

Já que (...) não posso infundir a fé no coração de ninguém, não posso nem devo obrigar ou coagir ninguém a isso; pois Deus opera isso sozinho e vem a habitar anteriormente no coração. Por isso se deve deixar a palavra livre e não querer juntar nossa obra a ela: nós certamente temos o ius verbi [direito da palavra] mas não a executionem [execução]. Cabe-nos pregar a palavra, mas as conseqüências pertencem unicamente ao agrado de Deus.

(Martinho Lutero)